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Home Nacional

Setor de cuidadores cresce 74%, e falta de estrutura ameaça negócios

Negócios e Networking por Negócios e Networking
22 de julho de 2026
em Nacional
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Setor de cuidados domiciliares cresce no Brasil, mas falta de estrutura ainda é desafio para empresas do segmento.

Grupo Levens aponta que tecnologia, formação e gestão são os três pilares ausentes na maioria das empresas de cuidadores do país e lança evento itinerante para qualificar o setor

O mercado de cuidados domiciliares está em expansão acelerada no Brasil. Impulsionado pelo envelhecimento da população, pela preferência crescente das famílias pelo cuidado em casa e pela abertura das instituições de longa permanência sem muitos critérios, o setor cresceu 74% entre 2020 e 2025, segundo dados do Sebrae, e atrai um número crescente de empreendedores dispostos a atuar nele.

O problema, segundo Eduardo Líneker, fundador do Grupo Levens, é que a maioria desses empreendedores entra no mercado sem os três pilares que sustentam uma operação de cuidados saudável: tecnologia de gestão, formação continuada da equipe e estrutura jurídica adequada.

“A pessoa vê a oportunidade do envelhecimento, abre a empresa, pega os primeiros clientes por indicação e opera no improviso. WhatsApp para escalar cuidadores sem critérios de seleção, planilha para controle financeiro, contrato genérico da internet. Isso funciona com 5, 10 clientes no máximo. Depois disso, começa o caos operacional, e o empreendedor não sabe por que”, explica o executivo.

O Grupo Levens desenvolveu ao longo de mais de 13 anos um modelo operacional que serve como base do E-Cuid, ecossistema B2B que disponibiliza para empresas parceiras a mesma infraestrutura tecnológica, metodológica e jurídica que sustenta as operações do Grupo em todo o país. A proposta é direta: que empreendedores do setor cresçam com a base estrutural de uma empresa experiente, sem precisar reinventar a roda nem pagar royalties sobre o faturamento.

O mercado não perdoa amadorismo no setor de cuidados. Uma família que contrata uma empresa despreparada troca de fornecedor e nunca mais volta, e ainda faz questão de contar para outras famílias. Por outro lado, empresas estruturadas operam com taxa de retenção de clientes acima de 80%, segundo dados internos do Grupo Levens. Em um mercado em expansão acelerada e onde a indicação ainda é um dos principais canais de aquisição de clientes, qualidade operacional não é diferencial, é condição de sobrevivência.

Para levar esse conhecimento diretamente aos empreendedores do setor, o Grupo Levens lança o E-Cuid Summit, evento itinerante que percorre as principais capitais brasileiras com o objetivo de qualificar gestores e donos de empresas de cuidadores. O Summit reúne em um único dia conteúdo prático sobre gestão operacional, estrutura jurídica, captação de clientes e tecnologia aplicada ao setor, tudo desenvolvido a partir da experiência real de mais de uma década de operação.

As próximas edições acontecem em Brasília no dia 12 de agosto e em São Paulo no dia 25 de agosto. Informações e inscrições em ecuid.com.br.

“O empreendedor que entra no setor de empresas de cuidadores subestima a complexidade operacional. Não é abrir e faturar. É gerir pessoas que cuidam de pessoas, e isso exige metodologia, tecnologia e muita responsabilidade. O E-Cuid Summit existe para encurtar esse caminho”, afirma Eduardo Líneker, fundador do Grupo Levens.

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