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Coletivo Azuka segue com o projeto ‘O sol nascerá’ até novembro na zona leste de São Paulo

Redação por Redação
1 de outubro de 2025
em Nacional
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Coletivo Azuka segue com o projeto ‘O sol nascerá’ até novembro na zona leste de São Paulo

Até novembro, o coletivo negro Azuka realiza uma série de apresentações gratuitas para crianças na zona leste de São Paulo com o projeto “O sol nascerá”. A iniciativa promove contações de histórias inspiradas no álbum Canções Praieiras(1954), de Dorival Caymmi, mesclando literatura infantil e Libras (Língua Brasileira de Sinais) em um espetáculo bilíngue, inclusivo e poético.

O grupo nasceu da necessidade de construir um espaço de mediação entre surdos e ouvintes, e tem como propósito democratizar o acesso à arte por meio da oralidade, da acessibilidade e da valorização da cultura popular brasileira. “As músicas de Dorival Caymmi são a base para a criação das histórias. É a partir das narrativas poéticas presentes em suas canções que a trama nasce, guiada pela sensibilidade e pela beleza lírica da obra dele”, explica Victória Oliveira, integrante e idealizadora do projeto.

Em “O sol nascerá”, a música ganha novas formas de expressão: sons se transformam em sinais, imagens e movimentos, criando um universo em que crianças surdas e ouvintes compartilham a mesma experiência estética. “O projeto cria um espaço em que a cultura musical brasileira se traduz em múltiplas linguagens. Para as crianças surdas, a experiência não é uma tradução literal da música, mas uma recriação que valoriza a estética da Libras, do ritmo corporal e da imaginação visual. Para as ouvintes, amplia-se a escuta ao incorporar outras formas de linguagem”, completa Victória.

As apresentações dialogam com a leveza do mar, a fluidez das ondas e a paixão presentes nas canções praieiras de Caymmi, recriadas em narrativas acessíveis e sensíveis. Para o coletivo Azuka, a obra do compositor baiano traduz a simplicidade e a profundidade da cultura popular, além de despertar o encantamento a partir de pequenos gestos — princípios que norteiam a proposta do grupo. O projeto também tem um forte recorte territorial: as contações acontecem em equipamentos culturais das periferias da zona leste paulistana, ampliando o acesso das crianças à literatura e à arte em suas diversas formas.

Ao longo de sua trajetória, o coletivo já homenageou nomes como Cartola e Clara Nunes. Em breve, levará às crianças uma contação inspirada na obra de Dona Ivone Lara, ressaltando o empoderamento da mulher negra e a mensagem de que sonhos de meninas podem, sim, se tornar realidade.

Sobre o coletivo Azuka

O coletivo Azuka é formado por três artistas que se dedicam a criar experiências acessíveis e plurais por meio da arte. A educadora Victória Campos de Oliveira descobriu sua paixão pela acessibilidade direcionada ao público surdo e, movida pelo entusiasmo pelo poder do som e das palavras, assumiu o desejo de construir universos que promovam o acesso democrático a todas as pessoas. Gabrielle Martins, tradutora e intérprete de Libras há nove anos, direcionou sua pesquisa e formação para o universo infantil nos últimos seis anos. Hoje, atua como contadora de histórias, integrando o contexto lúdico, artístico, cultural e musical em suas práticas. Já Matheus Carmo Vieira Maia, artista natural de Itabira, acredita na música como caminho de desenvolvimento emocional, crítico e espiritual. Sua musicalidade carrega influências da MPB, do samba e de ritmos regionais de matriz afro-brasileira, compondo a diversidade estética e sonora que marca o trabalho do coletivo.

Confira a agenda do grupo:

22/10 às 10h
Biblioteca Pública Hans Christian Andersen
Av. Celso Garcia, 4142 – Tatuapé, São Paulo – SP, 03064-000

24/10 às 14h
Biblioteca Pública Paulo Setúbal
Av. Renata, 163 – Vila Formosa, São Paulo – SP, 03377-000

25/10 às 14h
Espaço Cultural Adebanke
R. Durande, 175 – Artur Alvim, São Paulo – SP, 03694-080

12/11 às 10h
Biblioteca Pública Hans Christian Andersen
Av. Celso Garcia, 4142 – Tatuapé, São Paulo – SP, 03064-000

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