Josiane Oliveira, de 42 anos, encontrou sua vocação na tanatopraxia, profissão que descobriu após uma década trabalhando como empregada doméstica. Moradora de Japeri, no interior do Rio de Janeiro, na baixada sul-fluminense, ela é mãe de dois filhos e dedica sua vida a cuidar do “amor da vida de alguém”.
A tanatopraxia, prática que Josiane abraçou com seriedade e empatia, envolve a desinfecção e conservação de corpos. “O tanatopraxista faz o tratamento de conservação para propiciar velórios longos e translados aéreos ou terrestres. Além disso, realizamos restauração facial em corpos acidentados. Ou seja, nós salvamos memórias”, explica ela com um olhar sensível.
Josiane não apenas exerce a profissão; ela também se tornou uma mentora, decidindo ensinar outras pessoas a atuarem na área com o mesmo zelo que ela demonstra. Para ela, o trabalho vai além da técnica; é um ato de amor e respeito pelas memórias dos que partiram e pelas famílias que ficam.
Com uma trajetória inspiradora, Josiane Oliveira é um exemplo de como a paixão pelo que se faz pode transformar vidas e proporcionar conforto em momentos difíceis. Seu compromisso em cuidar do legado emocional dos falecidos mostra a importância da tanatopraxia como um serviço essencial à sociedade.
Assista à entrevista: https://youtu.be/Vjq1Ol0Ai7s?si=cJiYci2ACNsaRt-r
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Direção: Du Firmo
Gravado no RFN Audiovisual